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UPDATES

Hey guys, this space will be used only for longer text and list of videos. The frequent updates and pictures are on http://www.facebook.com/americas2011

 

Galera, esse espaço vai ser utilizado somente para os textos mais longose a listagem dos vídeos. As notícias mais frequentes e as fotos estão em http://www.facebook.com/americas2011

The Burning Man

Aug 25 to Sep 27 2011

 

26/Aug/2011 The Nevada desert, Black Rock City, 40°47’11.00″N 119°12’24.23″W – Here we are, standing in the middle of nowhere, not alone, a few scattered people are around but the sensation of emptiness fulfill ourselves. We are two days earlier of the beginning of the Burning Man festival and it really seems that nothing big is going to happen, we start setting up our camp and during the day some other cars, campers, trailers and RV’s arrives from every direction, the next morning the surroundings looks like a gipsy community with tents, geodesic structures, wood being cut and hammered and the felling that now you belong to something else than the dust of the desert.
There is one important thing to say about the Burning Man festival – There is no way anyone will understand what it is without experiencing it. Along our 10,000 miles trip from Miami to Alaska to Nevada we heard many thing about it, it’s an art festival, it’s a music festival, it’s a hippie thing, it’s a nudist meeting, it’s a mutant car show… Although they may all be correct in some way, none of that (or all together) can define this gathering of 50,000 people.
The humane factor is what really makes this a one of a kind event, upon arriving at the gate the staff at work comes to check your credentials and ticket and promptly say “welcome home”, and you will hear it many many times during the week. Burners are natural huggers too; just open your arms on any of the streets and someone will hug you in no time. Currency is another thing left behind, no buying or selling is allowed within the limits of Black Rock City, every person must bring all he will need to survive during his stay and most usually bring something extra to give away, from beer to souvenir.
We were part of the Barbie Death Camp and Wine Bistro, which this year had 300 gallons of wine, 400 hot dogs to give to other burners visiting our camp.
The city have a circular configuration (like many medieval cities) and the streets pointing to the center are named like the hours on a watch and the concentric receive alphabet letters, this makes very easy to locate or being located, 5:30 C is all that is needed.

 

One thing that catches the eye is the number of small airplanes parked and just dropping passengers. We had an early entry pass (Aug 26) so there was no line when we arrived and we crossed the gate with only two other cars on our side but after hearing that the line to get into the city on the first day of the event (Aug 29) can take up to seven hours and having experienced ourselves 5 hours just to leave the event and get to the highway I would also use an airplane to get in and out if I had the chance.
Talking about airplanes, we did manage to make 3 jumps during the event. Skydive in the desert over Black Rock City is another unique experience.
At the end of ten days seeing the city being built, living the event and being part of the community, the conclusion is that it is an experience very difficult to fully explain and that everyone who says something about it without being there just don’t have a clue about what they are talking about. It may not be an event for everyone but it sure worth experiencing it at least one time and have your own opinion.

 

Sep 05 – We woke up early to finish the packing and go to San Francisco get the plane to Miami the next day. By the time we finished it was late afternoon and it took us over 11 hours to get from our campground to Sacramento (it usually takes less then 5 hours) so we decided to sleep there.

Sep 06 – Arriving in San Francisco we went straight to Putnam Jeep dealer at Burlingame, left the Rubi for a well deserved maintenance and got a ride to the airport. At the counter we found out that we were a little earlier, just 24 hours!!  That is what ten days in the desert without caring about time can do to you.

Sep 07 – Miami, the expedition will be paused for 20 days.

Sep 27 – Back in San Francisco. Our plan was to stay in SF for a while and do some tourist stuff, but upon exiting the airplane a guy saw our parachute backpacks and asked if we were skydivers. He happened to be a Brazilian skydiver instructor waiting for his student to arrive and we decided to go together to Lodi the next morning. They left early then us and while we were on route to Lodi we got a phone call from some burner friends inviting us to go barefoot skiing close to Auburn, change of plans are a constant!

 

25 Ago a 27 Set

 

26 de Agosto de 2011, deserto de Nevada, Black Rock City, 40°47’11.00″N 119°12’24.23″W – Aqui estamos nós, parados no meio do nada, mas não estamos sós, há um punhado de gente espalhado aqui e alí, mas a sensação de vazio é envolvente. Chegamos dois dias antes do início do festival Burning Man para ajudar a construir o nosso acampamento, tudo tão vazio que parecia que nada de importante estaria para acontecer alí. Começamos a montar nossa barraca e durante o resto do dia foram aparecendo mais carros, motor-homes, vans e trailers de todos os lados. Na manhã seguinte o entorno já parecia um acampamento de ciganos com baracas, domos geodésicos e muita madeira sendo cortada e martelada, já se podia sentir fazer parte de alguma coisa além da poeira do deserto.
Há uma coisa importante a se dizer sobre o festival Burning Man – Não tem como alguém falar alguma coisa desse festival sem ter participado. Em nossa rota de 16 mil quilometros de Miami até o Alaska e Nevada nós ouvimos muita coisa sobre ele: É um festival de música, é um festival de arte, são um monte de hippies, é um grande campo de nudistas, é um desfile de carros mutantes.

Apesar de cada uma dessas definições estar ligeiramente correta, nenhuma delas (ou todas juntas) conseguem definir essa reunião de 50 mil pessoas.
O fator humano é o que faz desse evento uma coisa única. Já na chegada, nos portões, o pessoal trabalhando vem checar seus ingressos e credenciais e o saúdam com um caloroso “Bem vindo a sua casa”, e essa é uma saudação que você vai ouvir diversas vezes durante a semana. Os Burners (como se autodenominam os veteranos do evento) são abraçadores naturais, basta abrir os braços andando pelas ruas e imediatamente aparece alguém para lhe dar um abraço. Dinheiro é uma outra coisa deixada para trás quando se entra nesse festival, comprar e vender não é permitido dentro dos limites da cidade Black Rock, cada pessoa deve levar tudo que precisa para sobreviver por uma semana no deserto. E muitas pessoas levam coisas a mais para distribuir, de cerveja a brindes.
Nós fizemos parte do acampamento chamado Barbie Death Camp and Wine Bistro (um dos maiores do evento) que esse ano levou mais de 1.100 litros de vinho e 400 cachorros quentes para servir aos visitantes de nosso acampamento.
A cidade tem uma configuração circular, como várias cidades da europa medieval, as ruas que apontam ao centro recebem um nome correspondente as horas do relógio enquanto as concentricas as letras do alfabeto. Um típico endereço em Black Rock City é 5:30 E, basta isso para qualquer um se posicionar.
Uma das coisas que chama a atenção é a quantidade de pequenos aviões estacionados e pousando para deixar passageiros no evento. Nós tinhamos credenciais para chegar mais cedo (26 Ago) de modo que não havia fila alguma quando chegamos, apenas dois outros carros atravessaram o portão junto conosco. Mas depois de ouvir que as pessoas chegando no primeiro dia do evento (29 Ago) pegam até 7 horas de fila e nós mesmo termos ficado engarrafados por mais de 5 horas para sair do evento e chegar na rodovia, nós também usariamos um avião para chegar e sair se tivessemos um a disposição.
E por falar em aviões, conseguimos fazer 3 saltos de paraquedas durante o evento, outra experiencia única é saltar naquele deserto e ver a cidade do alto.
Ao final de 10 dias vendo a cidade ser contruida, vivenciando o evento e fazendo parte da comunidade a conclusão é que essa é uma experiencia muito dificil de explicar em palavras e que qualquer um que diz alguma coisa sobre esse evento sem ter nunca participado simplesmente não tem a menor noção do que está dizendo. Esse pode não ser um festival para qualquer um mas certamente vale a pena participar nem que seja uma vez para ter uma opinião própria sobre o Burning Man.

05 de Set – Acordamos cedo para terminar de arrumar nossas coisas e partir para São Francisco e pegar o avião para Miami no dia seguinte. Quando finalmente terminamos já era final de tarde e levamos mais de 11 horas para chegar em Sacramento, o que normalmente leva menos de 5 horas, então decidimos por dormir por lá mesmo.

06 de Set – Chegando em São Francisco fomos direto para a revenda Jeep Putman em Burlingame, deixamos o Rubicon para uma merecida revisão e pegamos uma carona pro aeroporto.
No balcão descobrimos que estávamos um pouco adiantados, apenas 24 horas!!  Isso é o que 10 dias no deserto sem se importar com horários pode fazer com você.

07 de Set – Miami, a expedição está em pausa por 20 dias.

27 de Set – De volta a São Francisco. Nosso plano era ficar em SF por uns dias conhecendo a cidade mas logo na saída do avião com nossos paraquedas nas costas fomos abordados por alguém nos perguntando se eramos paraquedistas e de onde. É claro que ele tinha de ser brasileiro… Paulo Assis, de Boituva, esperando um aluno chegar no mesmo vôo que nós. Decidimos ir juntos para Lodi na manhã seguinte. Eles sairam antes de nós e enquanto estavamos indo para lá recebemos um telefonema de amigos convidando para esquiar descalços perto de Auburn, mudança de planos é uma constante nessa expedição…

Americas 2011 – October 10

Essa semana estávamos tentando encontrar um caminho de Carson City para Lodi por fora das rodovias, tentamos atravessar pelo parque Eldorado e olha o que encontramos.

We were looking for a way to get from Carson City to Lodi. Instead of using highways we tried to find our way through the Eldorado Nat. Forest, and this is what we found!

Estábamos buscando una manera de llegar en Lodi a partir de Carson City sin usar las carreteras. Tratamos de encontrar nuestro camino a través del Eldorado National Park y esto es lo que encontramos!

Eldorado Nat Park

Ancient civilizations – Civilizações antigas

Renato Jack escrevendo, então, 30 de junho de 2011. Acordamos em Roswell e confesso estar um pouco frustrado com a inatividade alienigena tão vangloriada por Hollywood. Como ex-fans de Arquivo-X, sim, acreditamos que a verdade está lá fora. Hehehe…

Ok, crenças a parte e retornando a trip, saimos de Roswell para nossa primeira virada ao norte em direção a Albuquerque. Tinhamos planos de imprimir e adesivar o carro em Albuquerque, mas nenhuma loja que pudesse fazer o serviço de impressão respondeu aos e-mails e decidimos seguir caminho.

Pouco acima de Albuquerque viramos novamente a Oeste a caminho de um dos muitos canyons perdidos nos vastos desertos do Novo Mexico. Estes canyons porém não eram como outro qualquer, algumas horas deserto adentro (e diga-se de passagem, nossa primeira estrada de terra) chegamos em Chaco Canyon, local onde pesquisadores e arqueólogos acreditam ter servido de ponto de encontro para rituais e comemorações, de povos conhecidos dentre outros nomes, como Anasazi. Pueblo Bonito, a maior das construções em Chaco Canyon é simplesmente de fazer o queixo cair.



Com pátios enormes e muitos Kivas (buracos circulares cavados nos pátios e tampados, com apenas uma pequena abertura por onde havia uma escada de acesso). Entretanto todos os Kivas que vimos em Chaco já não estavam mais tampados, talvez o tempo tivesse já apodrecido demais a madeira usada para tampa-los, ou seus descobridores os destamparam e assim os deixaram.




Uma mulher, também explorando as ruinas, me contou que os espanhóis haviam descoberto o local no século XVI. Honestamente eu não sei qual a credibilidade dessa fonte, mas como estamos com a internet funcionando em apenas alguns pontos pelo caminho, deixo a pesquisa ao nosso amigo Google por conta dos mais curiosos no assunto.

Chaco foi também nossa primeira noite de camping no deserto, a diferença de temperatura entre noite e dia naquele lugar é grande o suficiente para termos passado nossa primeira noite de frio. Com lençois quase transparentes realmente não estavamos preparados para uma noite no deserto arido. Em contraste, não muito depois do sol nascer, nosso camper passa facilmente dos 35 graus Celsius, é hora de se mexer!

Depois de conhecer as ruinas de Chaco, a mais antiga datada de 1000 A.C. tomamos o rumo Nordeste, dessa vez em direção a Mesa Verde no estado do Colorado.

A dois mil e quinhentos metros acima do mar, o Parque Nacional de Mesa Verde apresenta temperaturas agradáveis durante o dia, apesar do sol quente, a sombra é bem fresca. Chegamos durante a tarde, tempo suficiente para abrir o camper, arrumar um pouco o carro, tomar banho nos chuveiros do parque e ainda pegar os ultimos raios de sol refletidos pela atimosfera, acho válido dizer a esse ponto que eram 22:00 horas quando saimos dos chuveiros. Acostumados com o Rio de Janeiro, poder ainda ver o sol as nove e meia da noite é muito estranho, e definitivamente desorienta um pouco a sua noção de tempo.

Mesa Verde! Enormes montanhas de pedra arenosa, arbustos e arvores formam um belo cenário onde o verde das plantas contrasta com o bege das pedras e se você prestar atenção naquela fenda na montanha… Sim, é uma pequena vila montada com tijolos esculpidos da própria pedra! Aqueles ruinas de Chaco Canyon se repetiam, mas dessa vez ao invez de estar na planície desertica, as vilas se projetam nas fendas das rochas, no meio de paredões verticais. Diferente de Chaco, Mesa Verde é um parque um tanto quanto mais turístico, inclusive com muito mais estrutura em termos de acampamento. O que Chaco Canyon oferece em isolamento e natureza, Mesa Verde oferece em estrutura e turismo.


Renato Jack writing. So, June 30, 2011. I woke up in Roswell, NM and must confess I’m a little frustrated with the alien inactivity. As former X-Files fans, yes, we believe that the truth is out there. Hehehe …

Ok, returning to the trip. Roswell was left behind and we’re now turning north towards Albuquerque. We had plans to print the sponsor’s decals and stick them in the Rubi in Albuquerque, but no shop that could do the printing service responded to our e-mails.

Passing Albuquerque we turned back to West to one of the many canyons in the vast deserts of New Mexico. But these canyons we are heading are not like any other, a few hours into the desert (by the way, our first dirt road) and we arrived in Chaco Canyon, where researchers and archaeologists believe served as a meeting point for rituals and celebrations for the people known among other names, as Anasazi. Pueblo Bonito, the largest of the villages in Chaco Canyon is simply astonishing.



With oversized patios and many Kivas (circular holes dug in the yards and capped, with only a small opening where there was an access ladder). But all the Kivas we saw at Chaco were no longer capped, perhaps the time had already rotted the wood used to cover them, or their discoverers uncover them and left that way.



A woman that was also exploring the ruins, told me that the Spaniards had discovered the place in the sixteenth century. Honestly I do not know how credible this source was, but since our internet connection only works in just a few points along the way, I leave to our most curious reader to search Google and find out more about this matter.

Chaco was also our first night camping in the desert, the temperature difference between night and day in that place is very high and we had our first night in the cold. With almost transparent sheets to cover ourselves we were not really prepared for a night on the arid desert. In contrast, not long after sunrise, our camper was above 35 degrees Celsius, it’s time to move!

After visiting the ruins of Chaco, the oldest dating from 1000 BC, we took the Northeast direction, this time toward Mesa Verde in Colorado.
At two thousand and five hundred meters above the sea, the Mesa Verde National Park has pleasant temperatures during the day, despite the hot sun, the shadow is pretty cool. We arrived in the afternoon, time enough to open the camper, bathing in showers on the park and still catch the last rays of sunlight reflected by atmosphere, I think fair to say at this point that it was 10:00 PM when we left the
showers. Accustomed to Rio de Janeiro, seeing the sun at 9:30 PM is very strange, and definitely a bit disorienting to our sense of time.
Mesa Verde! Huge mountains of sandstone, shrubs and trees form a beautiful landscape where green plants contrasts with the beige of the stones and if you watch that crack in the mountain … Yes, it is a small village built with bricks carved out of stone itself! Those ruins of Chaco Canyon were repeated, but this time instead of being in the desert plains, the villages are projected in the crevices of rocks in the middle of vertical walls. Unlike Chaco, Mesa Verde Park is somewhat more tourist, including more structure in terms of camping. What Chaco Canyon offers as of nature and in isolation, Mesa Verde offers in structure and tourism.

June 13 to June 28

13 de Junho – Hoje pegamos o carro de vez, agora é a vez das adaptações finais na parte elétrica, fabricação da plataforma de suporte do gerador (um Honda 2000i), posicionamento da geladeira e da mobília (*) e logistica da arrumação da tralha toda.

(*) Um de nossos patrocinadores (Warfield Off road) nos mandou um ármário com duas gavetas para o porta malas mas as medições que foram usadas como base eram de um Jeep sem o subwoofer na mala e por conta de menos de 2 cm ele não coube. De qualquer modo depois de ver que ele pesava 108 libras!!! (49 kg) já haviamos desistido de levá-lo. A solução veio com um gaveteiro de plástico, leve e funcional.

June 13 – Today we took the car again, now is the time of the final customization, fabrication of a platform to the generator (a Honda 2000i), positioning of the refrigerator and furniture (*) and the logistics of storage the whole stuff
.

(*) One of our sponsors (Warfield Off road) sent us a cabinet with two drawers for the trunk but the measurements that were used was based on a Jeep without the subwoofer in the trunk and because of less than one inch it did not fit. Anyway after checking that it weighed 108 pounds! we gave up taking it. The solution came with a plastic chest of drawers, light and functional (updated on July 4th – So far it is still in one piece).
Junio 13 – Hoy agarramos el carro nuevamente, ahora es tiempo para las adaptaciones finales de la parte eléctrica, la fabricación de la plataforma del soporte del generador (Honda 2000i), ubicación de la nevera y los muebles (*) y la logística y almacenamiento de todas las cosas.
(*) uno de nuestros patrocinadores (Warfield off road) nos mando un armario con dos gavetas pero las medidas que usaron como base eran para un Jeep sin un subwoofer y que por menos de 2 centímetros no cupo, de cualquier modo después de ver que pesaba 108 libras (49 kg), desistimos de llevarlo, la solución fue una gaveta de plástico, liviana y funcional.

16 de Junho – Dia oficial da partida, uma rápida passada na revenda Dadeland para a despedida e foto oficial com toda a turma e pegamos a estrada para o primeiro destino, DeLand, FL.

Logo que chegamos fomos cumprimentar os amigos e pegar nossos equipamentos novinhos em folha e conseguimos ainda dar um salto de teste no final do dia. Antes mesmo que pudessemos abrir nosso camper e assentar acampamento a Lindsay (que foi a instrutora do Jack em fevereiro) nos convidou para ficar na casa dela, convite prontamente aceito já que durante o dia a temperatura iria passar facilmente dos 40!! na barraca do camper.

June 16 – Day that the trip officially began, a quick visit to a last farewell at the Dadeland Jeep dealer, a photo with the entire staff and we took the road to the first destination, DeLand, FL. As soon as we arrived we were greeting friends and get our brand new equipment and we also give a jump test at the end of the day. Even before we could open our tent and set camp, Lindsay (who was Jack’s instructor in February) invited us to stay at her house, invitation readily accepted, as the temperature during the day would easily pass 100 in the tent camper.

Junio 16 – Es el día en el que comenzó la expedición, hicimos una pequeña visita de despedida al distribuidor oficial Dadeland, tomamos la foto oficial con todo el equipo y cogimos carretera hacia nuestro primer destino DeLand, FL.
Tan pronto llegamos fuimos recibidos por amigos quienes nos dieron nuestro nuevo equipo marcado y también hicimos un salto de prueba al final del día.
Antes de poder armar nuestro campamento Lindsay (quien fue instructora de Jack en Febrero), nos invito a quedarnos en su casa, invitación que aceptamos ya que la temperatura durante el día pasaba los 40 grados centígrados en la carpa.

de 16 a 22 de Junho – Dias de DZ (drop zone) nada além de se jogar de um avião em perfeito estado de funcionamento, e várias vezes por dia.
Treinamos várias manobras juntos e algumas formações com 3 e 4 pessoas, inclusive saidas com mergulhos head down (de cabeça para baixo).

A estadia na casa da Lindsay e do Chad nos permitiu trabalhar no carro fazendo mais algumas adaptações e arrumações antes de seguir viagem.

Além do casal, queremos deixar nosso agradecimento para toda turma de DeLand, em especial para o Pine por ter mais uma vez nos aturado e para o Carl, que além de saltar algumas vezes conosco foi nosso instrutor nos procedimentos e teste de pouso na água, indispensável para obter a categoria B junto a USPA (United State Parachute Association).

16-22 June – Days of DZ (drop zone), doing nothing but jumping out of a plane in perfect working order, and several times a day.
We train together various maneuvers and formations, some with 3 and 4 people, including exiting diving head down.
Staying at Lindsay and Chad home allowed us to work on the car making some more adjustments before moving on.
In addition to the couple, we would like to thank all the staff at Skydive DeLand, especially for Pine for letting us use his facility to receive the bikes and Carl, who not only jumped with us but also was our instructor on the procedures and exam for landing on water, essential to get our USPA (United State Parachute Association) category B rank.

Junio 16 – 22 – Días de DZ (drop zone) (zona de lanzamiento) no hacíamos nada mas que saltar del avión en perfecto orden y varias veces al día. Teníamos varias maniobras y algunas formaciones de 3 y 4 personas incluido salir con la cabeza abajo.
La estadía en la casa de Lindsay y Chad nos permitió trabajar en el carro haciendo mas ajustes antes de seguir el viaje.
Adicional a esta pareja queremos agradecer al equipo de Skydive DeLand, especialmente por Pine por permitir recibir las bicicletas y a Carl quien no solo saltó con nosotros sino que también fue nuestro instructor en los procedimientos y el examen para aterrizar en el agua, que es indispensable para obtener nuestra USPA (Asociacion de los estados americanos de paracaidismo, por sus siglas en ingles) (categoría B)
23 de Junho – Dia de partir, fizemos um salto de despedida e as 16:00 pegamos estrada rumo a Elberta, AL. Paramos para dormir em Chipley ainda na FL, um dia só de asfalto, sem nada demais.
June 23 – Day of departure, one last jump and took the road at 16:00. Destination:  Elberta, AL. We stopped to sleep in Chipley FL, the full day drivind on asphalt, nothing else to say.
Junio 23 – Día de partir, hicimos un ultimo salto y cogimos carretera a las 16:00, destino: Elberta, AL, esa noche paramos a dormir en Chipley FL, un día lleno de asfalto, nada más que eso.

24 de Junho – Saimos cedo rumo a Pensacola e o litoral do Golfo do Mexico, pegamos o Ferryboat em Fort Morgan para Dauphin Island, uma travessia de 35 minutos.
Cruzamos a fronteira do Alabama e chegamos em Elberta já pensando em pular dentro do avião (e depois fora dele) mas na DZ nos informaram que o avião tinha ido para manutenção e nem sabiam quando estaria de volta, a ideia seria dormirmos lá e saltar o dia todo. De lá iriamos saltar em Lumberton, MI mas desistimos porque ficava muito fora caminho. Plano B, partimos para New Orleans, LA. A DZ de lá fica(va) em Slidell, aparentemente ela deixou de operar depois do Katrina, 3 DZ’s que deixamos de saltar.  Paramos no Jude Travel Park (www.judetravelparkofneworleans.com), a zona da cidade não parece das melhores mas o camping é cercado o que ajudou um pouco na sensação de segurança. Por 30 dólares tivemos um banheiro limpo e eletricidade para nosso camper. O parque fica a umas 4 milhas do French Quarter e depois de abrirmos a barraca tomamos um banho e fomos explorar o FQ. Acho que andamos vários quilometros por quase todas as ruas de lá, aquilo parece um zoológico de gente, ve-se de tudo um pouco e muito de gente estranha J, nem chegamos a parar em lugar algum para beber ou comer. Na volta para o parque a loja de conveniencias de um posto de gasolina 24 horas foi nosso restaurante.

June 24 – We left early towards the coast of Pensacola and the Gulf of Mexico; we took the Ferry at Fort Morgan to Dauphin Island, a 35 minutes trip.
We crossed the border of Alabama and arrived in Elberta already thinking about jumping in the plane (and then out of it) but were informed that the plane had gone to maintenance and they did not even know when it would be back. Our plan was to sleep there and jump the next day and from there we would jump in Lumberton, MI but we gave up because it was too far out of our way. Plan B, we set off for New Orleans, LA. There is (was) a DZ in Slidell, but apparently stopped operating after Katrina, 3 DZ’s missed in a row. We stopped in Jude Travel Park (www.judetravelparkofneworleans.com), the area of ​​the city did not seem the nicest but the campground is fenced which helped a little in the sense of security. For $ 30 we had a clean bathroom and electricity for our camper. The park is about 4 miles from the French Quarter. We opened the tent, took a shower and went to explore the FQ. I think we walk several miles in almost every street there, it looks like a zoo of people, you see a little of everything and a lot of strange people, we did not even stop anywhere to eat or drink. On the way back to the park a 24 hours convenience store at a gas station was our restaurant.

Junio 24 – Dejamos temprano las costas de Pensacola y el Golfo de Mexico, tomamos el ferry en Fort Morgan hacia la Isla Dauphin, en un viaje de 35 minutos.
Cruzamos la frontera de Alabama y llegamos a Elberta pensando en el avion y en saltar fuera de él, pero nos informaron que el avión estaba en mantenimiento y no sabian cuando iba a estar listo, nuestros planes fueron dormir allá y saltar el siguiente día, queríamos saltar en Lumberton, pero desistimos porque quedaba muy lejos de nuestro camino. Plan B nos fuimos para New Orleans, LA, alla había una zona de lanzamiento en Slideli, pero aparentemente dejó de funcionar después de Katrina. 3 zonas de lanzamiento perdidas.
Paramos en Jude Travel Park (www.judetravelparkofneworleans.com).
Ésta zona de la ciudad no parece de las mejores pero la zona de camping esta cercada, lo que ayudaba en la sensación de seguridad. Por 30 doláres tuvimos un baño limpio y electricidad en nuesto campamento. El parque está cerca de 4 millas de French Quarter. Abrimos la tienda, nos dimos una ducha y fuimos a explorar el French Quarter, pienso que caminamos varios kilómetros por la calles, parecía un zoológico de gente, vimos un poco de todo y mucha gente extraña, no paramos en ningún lugar para comer o beber, en nuestro camino de vuelta paramos en un minimercado en una gasolinera abierto 24 horas la cual fue nuestro restaurante.

25 de Junho – Saimos com destino a DZ em Eagle Lake, no Texas, uns 50km depois de Houston mas no caminho Jack fez umas buscas no Google e encontramos uma DZ chamada Spaceland, que ficava um pouco mais no caminho e nos permitiria conhecer a cidade de Houston também. Foi uma excelente opção, Spaceland é uma DZ que foi criada unicamente com o paraquedismo em mente, a pista é privativa e usada exclusivamente para decolagens dos aviões da DZ. O galpão de dobragem é refrigerado e quem chega sem ter onde ficar tem a opção de um dórmitório com banheiro por 15 dólares ou ficar de graça em uma área para trailers com tomadas e torneira. Chegamos tarde e não deu para saltar.
June 25 – We left bound for a DZ in Eagle Lake, Texas, some 30 miles after Houston. Jack did some Google searches on the way (using the u.Connect from Mopar) and found another one called Skydive Spaceland, which was a little more on the way and would allow us to also visit the city of Houston. It was an excellent choice, Spaceland is a DZ that was created solely for skydiving. It is a private runway used exclusively for takeoffs of the DZ’s airplanes. There is a bunker room with 15 beds for those who arrive without a place to stay. For 15 bucks you have a bedroom with A/C and a bathroom or may camp for free in an area close by, with water and electricity hook ups. We arrived late and did not jump this day.

Junio 25 – Salimos con destino al campo de lanzamiento en Eagle Lake, Texas, a unos 50 kilómetros depués de Huston. Jack hizo una busqueda en Google y encontramos un campo de lanzamiento llamado Spaceland que estaba un poco mas de camino y nos permitía conocer la ciudad de Huston.
Fue una excelente opción. Spaceland es un campo de lanzamiento que fue creado para paracaidismo, es una pista privada y usada exclusivamente para despegues de aviones de paracaidismo, es un bunker con 15 camas que quien llega sin un lugar donde quedarse y por 15 dolares se puede conseguir una cama, un baño o una zona de camping gratis cerca con agua y electricidad. Llegamos tarde ese día no saltamos.

26 de Junho – Passamos o dia todo saltando.
June 26 – We spend all day jumping.
Junio 26 – Pasamos todo el día saltando.

27 de Junho – Saimos cedo de Spaceland e fomos passear em Houston, umas voltas pelo centro e resovemos pegar estrada, rodamos até a noite (630km) e dormimos em San Angelo, TX.
June 27 – We left Spaceland early and went for a walk in Houston, did some sight seeing around downtown and hit the road, drove until night (some 400 miles) and slept in San Angelo, TX.

Junio 27 – Dejamos Spaceland temprano y fuimos a caminar por Huston, dimos unas vueltas por el centro y volvimos al camino, manejamos por la noche (630 km) y dormimos en San Angelo,TX.
28 de Junho – Saindo de San Angelo, TX em direção a Roswell, NM. Um monte de nada faz parte da nossa paisagem durante a maior parte do tempo. Diversos “cavalos” de extração de petróleo e muitos dust devils no caminho, fomos “atropelados” por um deles cruzando a estrada. Chegamos em Roswell no final da tarde. Falando sério, não botem essa cidade nos seus planos de férias

June 28 – Leaving San Angelo, TX toward Roswell, NM. A whole lot of nothing is part of our landscape for most of the time. Several oil extraction horses heads and many dust devils on the way. We were “bowled over” by one of them crossing the road. We arrived in Roswell in the late afternoon. Seriously, do not put this city in your vacation plans; it’s a total waist of time.

Junio 28 – Saliendo de San Angelo, TX en dirección a Roswell, NM, la mayor parte del tiempo nada fue parte de nuestro paisaje, extracciones de petroleo y muchos dust devil (http://en.wikipedia.org/wiki/Dust_devil) por el camino, fuimos arrollados por uno de ellos cruzando el camino. Llegamos a Rosewll al final de la tarde, pero yo no pondría esta ciudad en mis planes de vacaciones, es una perdida total de tiempo.

Finalmente!! – Finally!!

Com 2 semanas de atraso nós finalmente conseguimos deixar o carro quase 100% pronto e resolvemos partir. Mas vamos aproveitar esse primeiro post oficial para falar um pouco dos dias que antecederam a partida.
25 de Maio – AA voo 1430 saindo de Miami com destino a Detroit, lá fomos recebidos no aeroporto pela Kimberley e Ryan que já estavam com o Jeep que nos foi cedido pela Chrysler durante nossa estadia. Pegamos um transito medonho e depois de mais de 2 horas chegamos ao hotel, em Birmingham.
26 de Maio – Logo cedo fomos para a sede da Chysler nos reunir com a equipe para finalizarmos alguns detalhes de como iriamos elaborar e distribuir o conteúdo de nossa aventura. De lá partimos para cidade de Toledo visitar a fábrica da Jeep, a linha de montagem e o modo como a mão de obra robótica e humana interagem é fantástico. Visitamos ainda a Mobis, uma unidade satélite onde são fabricados os chassis do Wrangler.
27 de Maio – Feriado, ninguém da fábrica para nos acompanhar, mas não se esqueceram de nós. No lobby do hotel havia dois ingressos para o jogo de baseball entre os Tigers e os Red Socks. Para quem nunca havia ido à um estádio desses antes a experiencia foi ótima mas depois de pouco mais de uma hora tentando entender como se jogava aquilo resolvemos dar um passeio e um pulinho no cassino MGM antes de voltar para Birmingham.
28 de Maio – De volta a Miami, continua o corre corre entre oficina, lojas de ferragens, lojas de auto peças, telefonemas atrás dos acessórios faltantes e ainda um tempinho para inflarmos nossos parapentes (Sol Ellus 3) num campo de futebol americano.

With two weeks of delay we finally managed to leave the car almost 100% ready and decided to leave. But I will use this first official post to talk a little about the days prior to departure.
May 25 – AA flight 1430 from Miami to Detroit, there we were greeted at the airport by Kimberley and Ryan who were already in the Jeep that Chrysler borrowed us during our stay. We took a horrible traffic jam and after more than two hours we reached the hotel in Birmingham.
May 26 – Early on we went to Chrysler headquarters to meet with the team to finalize some details of how we would prepare and distribute the contents of our adventure. From there we went to visit the Jeep plant at Toledo. The assembly line and how the robotic and human labor interacts are fantastic. We also visited Mobis, a satellite unit where the Jeep chassis is made.
May 27 – Holiday, no one from the factory to accompany us, but we were not forgotten. In the lobby of the hotel there was two tickets to the baseball game between the Tigers and Red Sox. For those who never went to one of these before the stadium was great experience but after a little over an hour trying to understand how the game is played we decided to take a walk and a hop in the MGM casino before returning to Birmingham.
May 28 – Back in Miami, still running between the car shop, hardware stores, auto parts, looking for missing accessories and even a little time to inflate our paragliders (Sol Ellus 3) on a football field.

Español. By Libertad Magalan

Con dos semanas de atraso finalmente conseguimos dejar el carro 100% listo y decidimos partir.

Pero vamos a aprovechar éste primer post official para hablar un poco acerca de los dias anteriores a la partida…

MAYO 25 – AA, vuelo 1430 saliendo de Miami, destino Detroit, allá fuimos recibidos por Kymberley y Ryan quienes ya estaban con el Jeep que nos prestó la Chrysler en nuestra estadía. Nos metimos en un trafico insoportable y después de mas de dos horas llegamos al hotel en Birmingham.

MAYO 26 – Temprano fuimos a las oficinas principales de Chrysler a reunirnos con el equipo y para finalizar algunos detalles de cómo íbamos a preparar y distribuir el contenido de nuestra aventura. De ahí nos fuimos a la ciudad de Toledo a visitar la fábrica de Jeep. Estuvimos en la línea de ensamble y mirar como la interacción de la robótica y la parte humana es simplemente fantástico.

También visitamos Mobis, una unidad satélite donde son fabricados los chassis de la Wrangler.

MAYO 27 – Día feriado, ninguna de las fábricas nos acompañaron, pero no fuimos olvidados, en el lobby del hotel nos dejaron dos entradas para el juego de baseball entre los Tigres (Tigers) y los Medias Rojas (Red Socks), para quien nunca antes hubiera estado en un estadio de esos fue una gran experiencia, pero después de un poco más de una hora tratando de entender las reglas del juego decidimos dar una caminata y una vuelta por el casino MGM antes de volver a Birmingham.

MAYO 28 – De vuelta en Maimi, seguíamos corriendo entre talleres, herramientas, las partes del carro, mirando que accesorios faltaban e inflamos nuestros parapentes en un campo de fútbol americáno.